• 7 de julho de 2020

Pyong Lee, do BBB20, poderá responder por importunação sexual

 Pyong Lee, do BBB20, poderá responder por importunação sexual

Pyong Lee, do BBB20, poderá responder por importunação sexual

O nome de Pyong Lee, participante do BBB20, se tornou o assunto mais comentado no Twitter Brasil neste domingo (09). Isso porque, na noite de ontem (08), o ilusionista – e até então um dos mais favoritos para vencer o programa – teria, na visão de grande parte dos telespectadores, importunado sexualmente Flayslane e Marcela durante a festa “Guerra e Paz”.

Muitos telespectadores estão pedindo a expulsão de Pyong da casa. A pressão popular se deu com fundamento nas ações que interpretam como importunação sexual, crime incluído pela Lei nº 13.718/2018 e com a seguinte redação:

Art. 215-A. Praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro:

Pena – reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, se o ato não constitui crime mais grave.

Tanto Pyong quanto Petrix podem responder por importunação sexual

Nesta semana, outro participante do BB20, Petrix Barbosa, prestou depoimento na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio. O ginasta respondeu aos questionamentos da delegada Gisele do Espírito Santo sobre possível crime de importunação sexual contra colegas de confinamento, Bianca Andrade (Boca Rosa) e Flayslane.

Leia também:

Petrix Barbosa, do BBB20, poderá ser indiciado por importunação sexual

Tanto Pyong quanto Petrix podem responder por importunação sexual. Ainda não há confirmação se as potenciais vítimas Bianca Andrade (somente no caso Petrix), Marcela (somente no caso Pyong) e Flayslane (em ambos dois casos) serão retiradas do BBB20 para prestar depoimento ou se somente serão ouvidas após suas participações no programa.


Quer estar por dentro de todos os conteúdos do Canal Ciências Criminais?

Siga-nos no Facebook e no Instagram.

Disponibilizamos conteúdos diários para atualizar estudantes, juristas e atores judiciários.

Filipe Menezes (Redação)

Redator do Canal Ciências Criminais